Postado por Juliana Amaral, 3M5
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O homem, em geral, costuma por várias vezes desdenhar aquilo que é, ou seja, não gostar de si e nem do seu pessoal como o físico e a mente, por exemplo. O físico na parte do corpo quando para muitos não estará de acordo com a moda da época, e sua mente no que desrespeita a intelectualidade, onde esses podem se achar mais espertos que outros ou incapazes de tal aprendizado.
Porém, por muitas das vezes o que acontece é que o homem se preocupa mais se vai agradar o próximo do que a si mesmo, como é o caso da parte feminina, que se veste não para agradar ao homem, mas sim para agradar outra mulher que irá repará-la se está elegante, bem arrumada, na moda, caso contrário certamente será motivo de comentário.
O que na verdade acontece é que as pessoas agem não por si mesmas, mas pelo que a “sociedade” as impõe como sendo certas ou erradas, bonitas ou feias, licitas ou ilícitas, na moda ou não.
Os fatos acima, provavelmente, irão ter forte repercussão no que desrespeita a auto estima da pessoa. Tornando-a sempre dependente de opiniões alheias para saber se o que fez esta de acordo ou não com o que é considerado aceita. Formando assim indivíduos sem opinião própria, sem saber o que ele realmente quer, se o que esta fazendo esta certa ou não, enfim, sem auto estima alguma.
Como diz uma frase de Michel de Montaigne: "A pior desgraça para nós é desdenhar aquilo que somos.".
Outro ponto que é muito interessante, sobre o homem é como ele diferencia os sentimentos em que por muitas vezes vive, como o amor e a paixão.
A maioria das pessoas distingue o amor como uma coisa quase que permanente, que cresce aos poucos fazendo com que cada vez mais uma pessoa cuide, trate da pessoa amada. Já a paixão é como uma doença, onde há caso de posse, ciúmes descontrolados, ilusão, obsessão, ou seja, haverá sim sentimentos bons como à aventura, o fogo, a paixão ardente, porém esses sentimentos rapidamente acabam e ai se percebe que não era nada daquilo que se achava.
Em alguns raros casos, pode acontecer dessa paixão se tornar amor. Podem ser raros, mas quando acontece aquele amor de cuidados acaba se tornando não só disso, mais de um amor ardente entre um casal cúmplice, no qual sempre irá aumentar cada vez mais e mais uma relação de amantes.
Concluindo, o homem é um ser complicado de entender, ao qual pode ser que nunca os entenderam, mas uma coisa é certa, ele pode ser o ser mais surpreendente que existe com a característica de primeiro preocupa-se com que outros irão pensar para agradá-los mesmo que não se agradem, de não se preocupa com a sua auto estima, de não entenderem nem o sentimento que sentem por eles serem tão complexos. Contudo, o que ele deve aprender é a aceitar-se como é, e não querer fazer um personagem ao qual ele não leva o mínimo jeito.
Texto com base no filme: “Montaigne e a autoestima”.
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